28/03/2010
Mensagem Culto Domingo 21/03/10
Breve resumo da mensagem do Pr. Glauter na Estação de Vila Velha em 21/03/10, segundo livre interpretação e adaptações de Adriano Pylro.
Texto referência: Rute 1:1-22.
Tema: O Valor da Dor
O livro de Rute recebe o nome de uma de suas personagens principais: uma jovem de Moabe, ancestral de Davi e de Jesus. A história situa-se na época dos juízes, num período caracterizado no livro de Juízes por degeneração religiosa e moral, fragmentação nacional e opressão estrangeira generalizada. O livro de Rute reflete um período transitório de paz entre Israel e Moabe. (Bíblia de Estudo NVI).
Segundo Pr Glauter, histórias na Bíblia, além de refletir nossa própria história, nos permite perceber como Deus está envolvido com a história. Ao que se refere o texto no livro de Rute, detacam-se as dores que motivaram Noemi a sair de Belém de Judá, e as dores que voltaram com o retorno. Pr Glauter comentou que, apesar de não gostarmos de sentir, a dor tem um papel importante na vida.
1) A dor de não ter foi a principal motivação que conduziu a família, relatada em Rute 1:1, a sair de Belém de Judá em direção a Moabe, apesar de Moabe ser conhecida como uma terra amaldiçoada, resultante de uma relação incestuosa entre Ló e sua filha.
2) Já o retorno, foi motivado pela dor da perda. Noemi perde o esposo (Elimeleque) e seus dois filhos (Malom e Quiliom) em um período de uma década. Ao retornar a Judá, Noemi se defronta com uma nova realidade - ela está sozinha.
3) A dor de Noemi é tão grande que a induz a relatar que "Não me chameis Noemi; chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso". Noemi parece sucumbir à sua dor, contudo, Rute, uma estrangeira de Moabe, surge como um apoio irrefutável a Noemi. "Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus; onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti".
Qual o valor da dor?
1) A dor revela se a nossa teologia é circunstancial ou existencial.
2) A dor escancara que tipo de relaçao eu tenho com Deus, se é uma relação de barganha ou de gratidão, independente das dores ou prazeres que nos acarretam.
3) Permite-nos conhecer melhor Deus.
Rute é a boa notícia para Noemi; ao retonar a Judá, Noemi sentiu na pele a amargura de sua vida, mas era apenas o início da colheita da cevada (Rute 1:22), uma nova esperança estava apenas surgindo. "Então as mulheres disseram a Noemi: Bendito seja o SENHOR, que não deixou hoje de te dar remidor, e seja o seu nome afamado em Israel. Ele te será por restaurador da alma, e nutrirá a tua velhice, pois tua nora, que te ama, o deu à luz, e ela te é melhor do que sete filhos. E Noemi tomou o filho, e o pôs no seu colo, e foi sua ama. E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E deram-lhe o nome de Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi".(Rute 4:14-17).
Texto referência: Rute 1:1-22.
Tema: O Valor da Dor
O livro de Rute recebe o nome de uma de suas personagens principais: uma jovem de Moabe, ancestral de Davi e de Jesus. A história situa-se na época dos juízes, num período caracterizado no livro de Juízes por degeneração religiosa e moral, fragmentação nacional e opressão estrangeira generalizada. O livro de Rute reflete um período transitório de paz entre Israel e Moabe. (Bíblia de Estudo NVI).
Segundo Pr Glauter, histórias na Bíblia, além de refletir nossa própria história, nos permite perceber como Deus está envolvido com a história. Ao que se refere o texto no livro de Rute, detacam-se as dores que motivaram Noemi a sair de Belém de Judá, e as dores que voltaram com o retorno. Pr Glauter comentou que, apesar de não gostarmos de sentir, a dor tem um papel importante na vida.
1) A dor de não ter foi a principal motivação que conduziu a família, relatada em Rute 1:1, a sair de Belém de Judá em direção a Moabe, apesar de Moabe ser conhecida como uma terra amaldiçoada, resultante de uma relação incestuosa entre Ló e sua filha.
2) Já o retorno, foi motivado pela dor da perda. Noemi perde o esposo (Elimeleque) e seus dois filhos (Malom e Quiliom) em um período de uma década. Ao retornar a Judá, Noemi se defronta com uma nova realidade - ela está sozinha.
3) A dor de Noemi é tão grande que a induz a relatar que "Não me chameis Noemi; chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso". Noemi parece sucumbir à sua dor, contudo, Rute, uma estrangeira de Moabe, surge como um apoio irrefutável a Noemi. "Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus; onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti".
Qual o valor da dor?
1) A dor revela se a nossa teologia é circunstancial ou existencial.
2) A dor escancara que tipo de relaçao eu tenho com Deus, se é uma relação de barganha ou de gratidão, independente das dores ou prazeres que nos acarretam.
3) Permite-nos conhecer melhor Deus.
Rute é a boa notícia para Noemi; ao retonar a Judá, Noemi sentiu na pele a amargura de sua vida, mas era apenas o início da colheita da cevada (Rute 1:22), uma nova esperança estava apenas surgindo. "Então as mulheres disseram a Noemi: Bendito seja o SENHOR, que não deixou hoje de te dar remidor, e seja o seu nome afamado em Israel. Ele te será por restaurador da alma, e nutrirá a tua velhice, pois tua nora, que te ama, o deu à luz, e ela te é melhor do que sete filhos. E Noemi tomou o filho, e o pôs no seu colo, e foi sua ama. E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E deram-lhe o nome de Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi".(Rute 4:14-17).
07/03/2010
Mensagem Culto Domingo 07/03/10
Breve resumo da mensagem do Pr. Wanderley Pereira da Rosa na Estação de Vila Velha em 07/03/10, segundo interpretação de Adriano Pylro.
Texto referência: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32.
Tema: Liberdade
Para exemplificar a dificuldade do ser humano em lidar com a sua liberdade, o Pr. Wanderley citou as palavras do Grande Inquisidor a Jesus: "Em lugar de te apoderares da liberdade humana, tu ainda a estendeste! Esqueceste-te então de que o homem prefere a paz e até mesmo a morte à liberdade de discernir o bem e o mal? Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre arbítrio, mas também nada de mais doloroso. E, em lugar de princípios sólidos que teriam tranqüilizado para sempre a consciência humana, tu escolheste noções vagas, estranhas, enigmáticas, tudo quanto ultrapassa a força dos homens e com isso agiste como se não os amasses, tu, que vieras dar tua vida por eles! Aumentaste a liberdade humana em vez de confiscá-la e assim impuseste para sempre ao ser moral os pavores dessa liberdade." Do livro Os Irmãos Karamazov de Fiódor Dostoiévski.
Ponto chave: Jesus nos convida para o Reino e para a liberdade do Reino.
Introdução:
Problemas na interpretação de textos bíblicos:
1) Preconceito: a nossa visão da verdade é influenciada pelas "lentes" que construimos ao longo da vida, fazendo com que a nossa "verdade" seja resultado dessa interpretação. Tais "verdades absolutas" assemelham-se a prisões, e quem ousar questionar os limites dessa prisão são caracterizados como hereges.
2) Nem tudo que está na Bíblia é para ser feito hoje: exemplo do VT, são os sacrifícios que eram trazidos ao templo. Hoje, Jesus é o Cordeiro derradeiro e definitivo, e tais sacrifícios não são mais necessários. Outro exemplo, agora no NT, onde Paulo afirma que as mulheres deveriam ficar caladas no templo. Toda verdade que é limitada pelo tempo e espaço é uma verdade relativa.
Como, sendo Jesus a Verdade que liberta, tal "verdade" aprisiona? Isso se deve, basicamente, ao:
1) Tradicionalismo.
2) Modismos evangélicos.
3) Excessivo denominacionalismo.
Finalmente, nossa conviccão é que Jesus jamais nos abandona, e isso não é uma verdade relativa e sim absoluta; Jesus é a Verdade e a Verdade nos proporciona liberdade. Portanto, não permita que os "grandes inquisidores" aprisione sua liberdade.
Texto referência: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32.
Tema: Liberdade
Para exemplificar a dificuldade do ser humano em lidar com a sua liberdade, o Pr. Wanderley citou as palavras do Grande Inquisidor a Jesus: "Em lugar de te apoderares da liberdade humana, tu ainda a estendeste! Esqueceste-te então de que o homem prefere a paz e até mesmo a morte à liberdade de discernir o bem e o mal? Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre arbítrio, mas também nada de mais doloroso. E, em lugar de princípios sólidos que teriam tranqüilizado para sempre a consciência humana, tu escolheste noções vagas, estranhas, enigmáticas, tudo quanto ultrapassa a força dos homens e com isso agiste como se não os amasses, tu, que vieras dar tua vida por eles! Aumentaste a liberdade humana em vez de confiscá-la e assim impuseste para sempre ao ser moral os pavores dessa liberdade." Do livro Os Irmãos Karamazov de Fiódor Dostoiévski.
Ponto chave: Jesus nos convida para o Reino e para a liberdade do Reino.
Introdução:
Problemas na interpretação de textos bíblicos:
1) Preconceito: a nossa visão da verdade é influenciada pelas "lentes" que construimos ao longo da vida, fazendo com que a nossa "verdade" seja resultado dessa interpretação. Tais "verdades absolutas" assemelham-se a prisões, e quem ousar questionar os limites dessa prisão são caracterizados como hereges.
2) Nem tudo que está na Bíblia é para ser feito hoje: exemplo do VT, são os sacrifícios que eram trazidos ao templo. Hoje, Jesus é o Cordeiro derradeiro e definitivo, e tais sacrifícios não são mais necessários. Outro exemplo, agora no NT, onde Paulo afirma que as mulheres deveriam ficar caladas no templo. Toda verdade que é limitada pelo tempo e espaço é uma verdade relativa.
Como, sendo Jesus a Verdade que liberta, tal "verdade" aprisiona? Isso se deve, basicamente, ao:
1) Tradicionalismo.
2) Modismos evangélicos.
3) Excessivo denominacionalismo.
Finalmente, nossa conviccão é que Jesus jamais nos abandona, e isso não é uma verdade relativa e sim absoluta; Jesus é a Verdade e a Verdade nos proporciona liberdade. Portanto, não permita que os "grandes inquisidores" aprisione sua liberdade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário